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Praia de inverno

julho 25, 2012

[O inverno é uma estação que muda nossa relação com a cidade. Dito nisso, pensei nuns posts sobre ‘como é curtir certas coisas no inverno’, começando com algo que tem a cara do verão: a praia.]

Sou da turma que adora praia. Mesmo no inverno. Gosto porque na praia é sempre mais quente que no planalto. Ou seja, você pode andar de moletom e Havaianas sem ter o dedão do pé necrosado.

Depois, tem o fator tranqüilidade. Não tem trânsito, não tem fila, não tem vizinho fã de sertanejo. E no tempo de um CD do John Mayer você chega lá. Tão distante da bagunça do dia-a-dia que mais parece outro mundo.

Pra curtir praia de inverno não tem regra, basta ligar o modo easy going para não transformar seu relax numa chatice. Fez sol, borá pra praia. Não fez, ficamos em casa. Tem limão, faz caipirinha. Não tem, Vai de cerveja. E tudo ok.

Outro ponto é a companhia. Pra quem não está acostumado só com um livro (ou o dog), vale convidar alguém pra dividir o combo vinho + cobertor + filme. Ou levar a turma para fazer aquela bagunça de almoço e a digestão num carteado.

Sem dúvida, pode cair para a praia sim. Mesmo no inverno. Até porque, a gente sabe que a sua imagem merece um descanso da noite, seu cérebro menos aditivos e seu corpo uma re-hab. Mas fica entre nós.

Os boy do divino

julho 11, 2012

boy do divino

A novela Avenida Brasil descortinou toda uma catiguria de carinhas que você ignora no dia-a-dia, mas que quando vê na balada (depois duns bons drinks, claro) daria o dedo mindinho pra fazer.

O cafuçu magia: é aquele tipo que parece ter visto uma pá de cimento antes mesmo duma mamadeira. O corpo sarado compensa a cara de dono da boca-de-fumo. Na balada, você só faz se for escondido, em casa, você só faz depois de esconder a Apple TV (por garantia).

Melhor representação da categoria: Darkson.

Cafuçu FAAP: Um upgrade do cafuçu magia. É aquele tipo de cara que o destino foi generoso, tipo filho da empregada criado pela patroa. Tem carro, tem estudo, tem escapulário de prata e o mais importante, tem um rostinho zona sul. #quemnunca?

Melhor representação da categoria: Jorginho.

Boy de longe: Às vezes é gato, às vezes é educado, às vezes até mora bem… Porém, em algum Jardim Casa do Caral**. Adora passear com o carro tunado no último volume. Fazer ou não, é com você, o problema é quando ele perguntar: na tua casa ou na minha?

Melhor representação da categoria: Iran.

It  xucro: Aquele boy que é tão xucro, tão marrento, que virou referência de categoria (leia-se pegável). Você sabe que não dá pra levar pra nenhum ambiente social com mais de duas pessoas (no caso, você e ele). Mas, como diria o ditado, tem vezes que não há lugar no mundo melhor que o lar.

Melhor representação da categoria: Leandro.